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Já alguma vez ouviste falar do Steller? Bem, então deixa-me que te o apresente:

Steller é uma rede social relativamente recente que é principalmente dirigida para os interessados em fotografia, desing e contadores de histórias, pois tal como o nome indica: Steller = Storyteller, e é mesmo o que esta rede social se trata, criares e partilhares as tuas histórias, momentos ou até receitas com o mundo, recorrendo a vídeos, texto e imagens.


Foi lançada em Agosto de 2014 para iphones, e apenas em 2016 é que foi também lançada para o android. Quanto a mim, só a descobri este ano e fiquei completamente encantada com toda a sua beleza e o seu design minimalista. Dá mesmo gosto abrir a aplicação e encontrar no feed novas histórias vindas de todo o mundo e partilhando connosco lugares absolutamente fantásticos!


A aplicação é super simples de se usar. Cada utilizador tem o seu perfil onde se encontram as suas histórias e também as história que guardou na sua biblioteca. Depois temos a “Home page” que está a ser constantemente atualizada com as histórias publicadas mais recentemente.

Também tem um motor de busca já separado em vários temas como viagens, desenhos, receitas… ou também podemos encontrar outras histórias e utilizadores simplesmente escrevendo aquilo que queremos.



Depois, quanto á criação da nossa própria história, o Steller já nos fornece um conjunto de diferentes designs como o corpo da nossa história, depois nós apenas escolhemos um desses designs e completamo-lo com as nossas fotografias e vídeos, de maneira a criar um pequeno momento de leitura visual com que o leitor perceba e veja aquilo que lhe queremos transmitir. As histórias são lidas como um passar de página de um livro, deixando todo este ambiente de leitura muito mais real e harmonioso podendo também ser partilhada nas outras redes sociais.



Bem, e se ficaram curiosos com esta aplicação e se vai além dos vossos interesses e gostos pessoais, não hesitem em instala-la, ela até é uma aplicação bem leve e muito, mas muito bonita e refrescante, cheia de ideias, fotografias e inspirações. Deixo aqui o SITE DA APLICAÇÃO e também O MEU PERFIL para quem me quiser seguir!

Este mês, ao contrário do anterior, foi logo rotulado com noticias devastadoras, e olhando bem para os três acontecimentos que eu decidi destacar, não são mesmo lá muito felizes


1º: As alterações climáticas e o acordo de Paris

Comecemos logo com o dia 1 de Junho, dia em que o senhor Trump decide retirar os US do acordo de Paris. Uma decisão que me deu logo cabo das mioleiras. Ora, sendo ele um individuo que não acredita nas alterações climáticas, ou seja, não acredita em VERDADES empíricas, ou então é o dinheiro que o faz desacreditar!

Tenho mesmo receio das consequências destas ações. O nosso planeta já não é um mar de rosas e ter este tipo de pessoas no poder não o vai com certeza melhorar. Vejo muito na televisão e nas redes sociais apelos á defesa dos direitos das mulheres, ás comunidades gays mas não tanto quanto se devia ás alterações climáticas. Não que eu queira desprezar os outros problemas sociais, mas do que vale tudo isto se no final de contas nem temos uma "casa" como deve de ser, um ar minimamente respirável e água potável?


2º: Os incêndios em Portugal

Não poderia deixar de lado este desastre de Pedrógão Grande que destruiu tantas famílias, deixando apenas histórias traumáticas para serem contadas nas televisões...

E sim, foi bonito o modo como os portugueses lidaram com esta situação de coração cheio, e não só, temos também muito a agradecer a todos os outros países que se disponibilizaram no combate a este incêndio.

Não quero também repetir a história dos bombeiros, que fizeram o melhor que puderam, nem vou falar sobre a nossa grande mata de eucaliptos, mas queria mesmo destacar um pequeno pormenor: penso que na Guiné também se chegou a fazer um concerto solidário e eu fiquei a pensar sobre esta atitude tão amiga, pois talvez o povo da Guiné necessita ainda mais de ajuda do que propriamente Portugal. No entanto, mostraram este seu lado humilde que me fez admirá-los ainda mais.










3º Os exames

Junho também significa exames nacionais, e sendo uma aluna (agora já antiga aluna) do 12º ano, também tenho a esta carga que me compete.

Comecemos pois com a esta fuga de dados do exame de português, que graças a Deus não vai ser anulado, mas só mostra a injustiça e a grande língua que os portugueses ainda sofrem. Sempre houve beneficiados com estas "fugas" de informação, só que desta vez a língua foi maior que o cérebro.

Outro aspeto, e principalmente para quem está no 12º sofreu isto, foi a pressão. Pois neste momento a nota de um exame é crucial para a média de entrada na Universidade. No meu caso, que é até uma história bem surreal, eu quero entrar com a nota do exame de Geometria, mas para conseguir entrar no curso que eu quero, em que a média até é bastante alta, teria que ter no exame 19 ou 20 (e eu não estou a brincar). Ora, lá fui eu pela terceira vez fazer o exame e confiante, porque o meu lema de vida  é "á terceira é de vez", e... eu penso mesmo que á terceira foi mesmo de vez, finalmente!

Mas bem, irei atualizar-vos sobre este pormenor da minha vida muito provavelmente para o próximo mês.


Até lá... boas férias!


1º Foi mesmo verdade? Ganhamos a Eurovisão?

Não irei falar nem do Papa e nem do Benfica porque não são temas de que eu realmente seja muito fã (apesar de gostar bastante do nosso Papa), mas temos de admitir que aquele fim de semana foi simplesmente de loucos!

A ideia ainda parece uma realidade meio turva, mas a verdade é que aconteceu mesmo! Vou ser sincera, a última vez que me lembro de ver a Eurovisão foi em 2009, depois desse ano nunca mais me lembrei que tal concurso existia, e acredito que muitas pessoas, pelo menos em Portugal, sentiam o mesmo.

No entanto, este ano foi diferente, pois a própria música, o próprio interprete e toda a história á volta desta canção era diferente. Já sabia do “hype” que se estava a gerar á volta da canção do Salvador, mas a única vez que a ouvi foi mesmo só na primeira semi-final, e devo dizer, toda aquela melodia de violinos juntamente com a voz e a performance do cantor, deixou-me completamente apaixonada! Toda aquela cumplicidade entre irmãos, aquele relaxamento perante o programa e a maneira simples de ver a vida e de vive-la de uma forma tão transparente, acabou também de certa forma transmitir para toda a Europa um exemplo de estilo de vida que talvez devêssemos passar também a adotar.

Fiquei super contente com a vitória de Portugal, pelo facto de termos mostrado á Europa que afinal a boa música consegue ultrapassar fronteiras, até mesmo politicas, consegue falar uma língua universal sem ser o inglês, no nosso caso o que a música transmitiu ao público foi uma onda de diferentes sentimentos e que a qualidade acaba sempre por se destacar.

Deixo-vos com a frase célebre do Salvador na entrega do prémio que acabou por ser muito criticada mas que para mim não podia ter sido mais completo:

“Music is not fireworks, music is feeling “





2º - Chega o Calor, chegam os casamentos

É uma realidade que muitas famílias vivem e a minha não é exceção. Tive um batizado no sábado passado, tenho um casamento no próximo e a lista de festividades nunca mais acaba, sendo que no ano passado foi a mesma história.

O exagero que se come nestas festas é absurdo, mas com tantas festas de família ao mesmo tempo, nem dá para recuperar da anterior. Dou por mim a imaginar a quantidade de comida que se desperdiça e dá-me voltas ao estomago…

Sou um pouco agre e doce quanto a estas ocasiões porque primeiro, ocupam-me o dia inteiro, e mais de metade desse dia é sentada numa mesa á espera do próximo prato, no entanto admito que é uma ocasião para a familiar se reunir e matar as saudades.

Tudo o que estas festas têm em comum é a escolha da altura do ano para as fazerem. Obviamente que tem de ser num dia de calor porque se não as senhoras já não poderiam ir tão descascadas!


3º - Glass Animals, uma banda que tenho ouvido muito ultimamente

Descobri esta banda por acaso no youtube e assim que ouvi a “Youth” fiquei apaixonada por todos aqueles sentimentos de alegria que ela me transmite. Não pude deixa-la passar-me ao lado e fui ouvir o resto do álbum “How to Be a Human Being” e adorei todo aquele vibe. São músicas mexidas, que te dão vontade de dançar e perfeitas para uma viagem de Verão com amigos!

Pior ainda é saber que a banda vem a Portugal no dia 6 de julho ao Nós Alive e os bilhetes já esgotaram…





E tu? Conheces os Glass Animals? O que tens ouvido ultimamente? E qual é a tua opinião sobre a vitória de Portugal na Eurovisão? Adorava saber as vossas opiniões!

Decidi passar a fazer uma retrospetiva de cada mês e destacar 3 assuntos que decorreram durante esse tempo como forma de partilhar conteúdo e curiosidades que talvez nunca fosse partilhar se fizesse um post de propósito.




1º : Vi a série 13 reasons why

Segui a “moda” e lá tive a coragem de ver esta tão falada série e, tal como milhões de outras pessoas, adorei! Mas tento reformular uma razão na minha cabeça por me ter feito gostar tanto da serie e acho que o principal motivo terá sido pela mundanidade das personagens. Isto porque na grande maioria das séries há sempre aquela personagem que pensa e age “á herói” e isso não se vê nesta série. Todos são humanos e possivelmente muita gente se identificou com cada uma das personagens, daí talvez uma das razões pelo sucesso da série.

De uma forma muito breve, a série começa com a notícia do suicídio de Hannah Baker, e esta, antes de o fazer, gravou 13 cassetes em que cada uma delas mostrava uma razão do porquê de ela se ter suicidado. A história é muito cativante criando um suspense no final de cada episódio que nos deixa sempre com aquele bichinho de continuar a seguir a história.

Conheço pessoas que não gostaram porque era demasiado depressiva ou porque não dava uma “segunda hipótese” sendo o suicídio a primeira e única. Por um lado compreendo essa visão, mas por outro a série deixaria de ter o mesmo impacto na divulgação da sua mensagem. Outra coisa a destacar é a crueza de algumas cenas, nomeadamente (e isto não é spoiler) a cena de suicídio. Não tinha música de fundo e muito menos romantizou este tópico, ela quis-nos mostrar que o suicídio é tudo menos bonito e a série transmite-nos essa visão de uma forma extremamente chocante, mas real.

Eu adorei 13 Reasons Why, mas não gostava que tivesse segunda temporada porque a mensagem já está transmitida, se continuarem… penso que passava para “mais uma série de sucesso e que dá dinheiro” do que “uma série necessária e extremamente humana”.


Vista panorâmica da cidade de Toledo


2º : Viajei, e muito!

Ora, não sei o que consideram com muito, mas para mim, o número de lugares que visitei foi mais que satisfatório para “as minhas necessidades” durante um mês.

Fui a Lisboa duas vezes e vi coisas muitos diferentes e interessantes nessas duas vezes; fui á Serra da Estrela, onde já fiz dois posts sobre essa viagem e onde também não me farto de por fotos no Instagram; passei uma manhã em Sintra… E, fui a Espanha! É verdade, passei um fim-de-semana no nosso país vizinho e vi lugares completamente lindos, desde a cidade de Toledo que me deixou de queixo caído com a sua beleza, como uma pequena aldeia espanhola rodeada de alegria e festa, mas irei fazer um post sobre esta viagem em breve.





3º : Tenho 18 anos?!

É verdade, Abril é o meu mês e 2017 o ano de passar a ser teoricamente adulta. O meu aniversário até correu bastante bem, peguei num grupo de amigos mais chegados, metemo-nos num comboio e lá fomos passar o dia a Lisboa! Um dia muito bem passado, com um pouco de sol a mais, (mas isso são manias minhas) e visitamos sítios muito bonitos. Também irei partilhar esta viagem brevemente.

No entanto, ainda não estou conformada com este número, pois ainda não significa nada para mim e também porque não consigo olhar-me e dizer que tenho 18, não dá porque não pareço mesmo nada ter a idade que tenho. Eu própria diria que teria uns 15, mas esta situação de parecer ter menos idade do que a realidade até é meio irritante porque ninguém nos leva a sério. Por favor digam-me que não sou a única com este problema…!


E vocês? Como foi o vosso mês de Abril?


Bem, como este blog foi criado com o principal objetivo de partilhar as coisas que mais gosto deste mundo, isto também inclui música. E não quero saber se a banda de que vou falar é pouco conhecida ou se não gostam dela, porque talvez algumas pessoas possam descobri-la através deste post e apaixonarem-se por ela como eu me apaixonei á dois ou três anos.

Então, o post de hoje é mais como que uma review do novo álbum da banda britanica The xx – I see you, que saiu a 13 de Janeiro e, por eu ter gostado tanto dele, não podia deixar que ficasse nas sombras. Aviso que, esta banda, este estilo de música, talvez não seja para todos, mas também não faz mal se não gostarem, nem todos temos os mesmos gostos!

The XX são uma banda indie/ alternativo/ minimalista, é difícil de descrever concretamente o estilo musical deles, mas sempre foram identificados como uma banda de “introvertidos”. Constituída por Jamie xx (que também tem uma carreira a solo) e pelos vocalistas e guitarristas Oliver Sim e Romy Madley Croft.




Podemos efetivamente ver essa timidez nos primeiros dois álbuns (The xx e Coexist) pois as músicas são mais num “vibe” relaxante e calmo. Mas, com a chegada do terceiro álbum, podemos dizer que… “estão a sair um pouco da casca”? Isto porque agora, as músicas passaram a ser mais mexidas, mais animadas, não deixando, no entanto, o estilo anterior. E esta mudança não foi má de todo! Na verdade, até está a ser muito bem aceite pelos críticos!



Tenho mesmo que destacar a “On Hold”, foi a primeira musica a ser lançada e continua a ser uma das minhas favoritas do álbum. Não sei porquê, mas sempre que a oiço faz-me lembrar que seria perfeita para uma daquelas “road trips” mesmo á filme, e eu adoro quando uma música me faz sentir, ou imaginar, alguma coisa. Para mim, essas são as que eu mais gosto, e não, as musicas pop que estão sempre a dar na radio não têm esse efeito em mim.




Outra surpresa do álbum foi a última musica: “Test me”. Outra que me trouxe á tona uma serie de sentimentos e daí a razão por também me ser tão especial. Nesta música, os vocalistas só cantam no início e o resto é instrumental, mas que vale mesmo a pena ser ouvido. Isto é uma das coisas em que os The XX são mesmo bons, construir músicas que acabam por ser épicas sem qualquer voz. Por isso é que a música mais conhecida deles, e a que continua a ser a minha favorita, é a “Intro”, que já está mais que esgotada para vídeos promocionais mas que eu adoro ouvi-la na mesma.



Para quem ficou com a pulga atrás da orelha há uma ótima noticia: ELES VÃO AO NOS ALIVEEEE!!!

Enfim, quero TANTO vê-los ao vivo mas, não sei o que se passa, mas as minha férias de Verão acabam sempre por serem demasiado imprevisíveis e pronto, deixo escapar estas oportunidades como deixei no ano passado escapar um montão de bandas que queria imenso ver (m83, Radiohead, Tame Impala, Two Door and Cinema Club… e por aí a diante!)


Podem encontrar este e os outros dois albuns no spotify ou youtube.

Gostaria mesmo de saber se já conheciam a banda, se gostam, se gostaram deste álbum ou até, se a vão ver no Nos Alive! Se sim, eu morro de inveja por dentro!


Adicionar legenda

Com a chegada de 2017 muita coisa muda e novas oportunidades nos são dadas. E com a chegada de um novo ano também significa a chegada de novos filmes (o que a maioria das pessoas gosta, presumo). Então, aqui estão 10 filmes que mais anseio ver em 2017. (alguns deles, principalmente os mais recentes, já saíram em outros países, por isso podem não ser completamente novos e talvez até possa haver gente que já os tenha visto, mas aqui vou-me concentrar nos filmes que estreiam nos cinemas portugueses.)


The edge of seventeen:
Em primeiro lugar da minha lista, e já com data marcada para 12 de Janeiro, está “The Edge of seventeen”. Este filme fala sobre uma rapariga (protagonizada por Hailee Steinfield) que está a passar um período difícil na sua vida, tem baixa autoestima e muitos dramas andam a acontecer na sua cabeça. É um filme de drama, mas pelo que vi do trailer também me parece ser muito engraçado e talvez até num género mais descontraído.
Como vão poder constatar, eu não sou grande fã de filmes de super-heróis nem nada do género. Sei que há IMENSA gente que gosta, daí também o montão de dinheiro que esse tipo de filmes faz, mas para mim, com uma exceção ou outra, estes filmes nunca me atraem muito, por isso peço desde já desculpa. Mas, talvez com esta lista, fiquem a conhecer alguns filmes que não faziam a mínima ideia que existiam!




Silêncio:
Ok, a grande razão por eu querer tanto ver este filme é simplesmente por isto: aqui, podemos encontrar a palavra “portugueses” e “Martin Scorcese” na mesma frase. Se isto não é já fantástico, então sou eu que me contento com muito pouco.
Mas basicamente este filme é baseado num livro de um autor Japonês que retrata a missão de dois padres jesuítas portugueses (protagonizados por Andrew Garfield e Adam Driver) que têm como objetivo encontrar o seu mentor (Liam Neeson) que estava em terras japonesas. Numa altura em que o Japão tinha proibido o cristianismo e a entrada de estrangeiros, os dois padres testemunham a perseguição dos japoneses cristãos pela mão do seu próprio governo.
Eu sei que com o resumo o filme não parece lá muito interessante, mas já vi o trailer inúmeras vezes e tudo, desde a atuação até a cinematografia, parece estar perfeito! Este filme é um projeto que o realizador sonhava fazer á mais de 20 anos, e pelas criticas, parece estar mesmo muito bom. O filme estreia em Portugal a 19 de Janeiro e é sem dúvida um daqueles que eu não vou querer perder.
Já agora, quem tiver a curiosidade de ver o trailer, quero destacar duas coisas: a música (que estou completamente apaixonada) e a forma como eles dizem “Ferreira”, mete muita piada.



Ora, saltemos para 2 de Fevereiro e com ele trago dois filmes com muito potencial para os Oscars

Elementos secretos ( Hidden Figures)
Um filme que muito possivelmente retratará dois grandes temas de controvérsia: racismo e feminismo.
“Elementos secretos” conta a história de 3 mulheres que fazem parte da equipa de mulheres afro-americanas que fornece dados matemáticos vitais para o lançamento das primeiras missões espaciais por parte da NASA. No entanto, elas não recebem o devido reconhecimento pelo seu trabalho.
Conta com as participações de Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe nos papéis principais.


Moonlight:
Retrata a vida de um jovem afro-americano desde a infância até à idade adulta, acompanhando a sua luta por encontrar um lugar no mundo, enquanto cresce num bairro empobrecido de Miami.
Aqui encontraremos um aspeto real da vida contemporânea na comunidade afro-americana e ao mesmo tempo uma meditação pessoal sobre identidade.
Também com críticas muito positivas e com várias nomeações para os globos de ouro. Conta com a presença de Mahershala Ali no papel principal.
(Parece que já não vamos ter outro “Oscars so White” este ano.)


A Bela e o Monstro:
Então… vamos ter uma Bela e um Monstro em “live action”… quero ver! Acho que toda a gente sabe esta história da Disney e pelo que vi do trailer parece estar tudo maravilhoso! Como Bela temos a atriz Emma Watson e como Monstro temos Dan Stevens! O filme estreia a 16 de Março.


Ghost in the Shell:
Ora, calhou um dia ver este trailer mesmo ao acaso e fiquei muito curiosa. Pouco sei do que se trata, mas sei que é baseado num anime. Temos como atriz principal Scarlett Johansson, que faz uma espécie de espia metade humana metade robot e que pertence a uma força antiterrorista. Penso que é uma coisa parecida mas deixou-me intrigada! Estreia a 30 de Março.



A Cure For Wellness:
E também a 30 de Março temos um dos filmes que eu mais quero ver e que pouca gente conhece. Outro filme em que o trailer me intrigou imenso e principalmente por abordar um tema que eu adoro: manicómios.
Não sei, mas desde que vi a segunda temporada de American horror story fiquei completamente apaixonada pelo tema e aparentemente nem há muitos filmes deste tipo, pelo menos que eu conheça.
Outro filme que também pouco sei sobre a história e acho que nem vale a pena saber, mas sim irmos descobrindo aos poucos enquanto o vemos. Não me parece ser um filme de terror, acho que se baseia mais no mistério e suspense, que são géneros que eu também adoro. Por isso sim, este não pode escapar!

Homem aranha: regresso a casa:
Ora bem, no início disse que não era grande fã de filmes com super heróis apenas com algumas exceções, e esta é a exceção. Eu não sei porquê mas adoro os filmes do Spider Man, PONTO! Se bem que este herói parece andar sempre a mudar de ator, temos agora mais uma “nova” história, com novos atores, novo realizador…e pronto, é isto.
Tom Holland no papel de homem aranha que estreia nos cinemas portugueses a 6 de Julho.



Dunkirk: 
Sou também uma viciada em filmes sobre a 1º ou 2º Guerra Mundial. Mesmo que sejam os filmes que mais me custam ver, são também aqueles que me deixam a pensar sobre o assunto por vários dias. Vi o Hacksaw Ridge no ano passado ( e ADOREI), e agora a 20 de Julho 2017 temos Dunkirk, um filme realizado pelo mesmo realizador de Insterstellar (outro filme que adorei!).
Este filme relata a retirada das tropas britânicas da cidade costeira de Dunkirk, no início da Segunda Guerra Mundial e conta com a presença de Tom Hardy, Cillian Murphy, Mark Rylance e… Harry Styles?! Para que conste não sou de modo nenhum uma fã dos One Direction mas talvez com a presença deste cantor, e agora ator, irá dar mais umas audiências extras.



Everything, Everything: 
E por último, e com um tema já mais leve, temos a 17 de Agosto o filme baseado no livro jovem adulto Everything, Everything. Ainda não existe nem trailer, nem qualquer tipo de publicidade mas pelo que li do resumo acabou por ficar de traz da orelha. Conta a história de uma adolescente com uma doença rara que a proíbe de contactar com qualquer coisa que seja por ser alérgica a TUDO. Amandla Stenberg e Nick Robinson nos papéis principais.




E vocês? Também já têm a vossa lista de filmes para 2017? 
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