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Bem, como este blog foi criado com o principal objetivo de partilhar as coisas que mais gosto deste mundo, isto também inclui música. E não quero saber se a banda de que vou falar é pouco conhecida ou se não gostam dela, porque talvez algumas pessoas possam descobri-la através deste post e apaixonarem-se por ela como eu me apaixonei á dois ou três anos.

Então, o post de hoje é mais como que uma review do novo álbum da banda britanica The xx – I see you, que saiu a 13 de Janeiro e, por eu ter gostado tanto dele, não podia deixar que ficasse nas sombras. Aviso que, esta banda, este estilo de música, talvez não seja para todos, mas também não faz mal se não gostarem, nem todos temos os mesmos gostos!

The XX são uma banda indie/ alternativo/ minimalista, é difícil de descrever concretamente o estilo musical deles, mas sempre foram identificados como uma banda de “introvertidos”. Constituída por Jamie xx (que também tem uma carreira a solo) e pelos vocalistas e guitarristas Oliver Sim e Romy Madley Croft.




Podemos efetivamente ver essa timidez nos primeiros dois álbuns (The xx e Coexist) pois as músicas são mais num “vibe” relaxante e calmo. Mas, com a chegada do terceiro álbum, podemos dizer que… “estão a sair um pouco da casca”? Isto porque agora, as músicas passaram a ser mais mexidas, mais animadas, não deixando, no entanto, o estilo anterior. E esta mudança não foi má de todo! Na verdade, até está a ser muito bem aceite pelos críticos!



Tenho mesmo que destacar a “On Hold”, foi a primeira musica a ser lançada e continua a ser uma das minhas favoritas do álbum. Não sei porquê, mas sempre que a oiço faz-me lembrar que seria perfeita para uma daquelas “road trips” mesmo á filme, e eu adoro quando uma música me faz sentir, ou imaginar, alguma coisa. Para mim, essas são as que eu mais gosto, e não, as musicas pop que estão sempre a dar na radio não têm esse efeito em mim.




Outra surpresa do álbum foi a última musica: “Test me”. Outra que me trouxe á tona uma serie de sentimentos e daí a razão por também me ser tão especial. Nesta música, os vocalistas só cantam no início e o resto é instrumental, mas que vale mesmo a pena ser ouvido. Isto é uma das coisas em que os The XX são mesmo bons, construir músicas que acabam por ser épicas sem qualquer voz. Por isso é que a música mais conhecida deles, e a que continua a ser a minha favorita, é a “Intro”, que já está mais que esgotada para vídeos promocionais mas que eu adoro ouvi-la na mesma.



Para quem ficou com a pulga atrás da orelha há uma ótima noticia: ELES VÃO AO NOS ALIVEEEE!!!

Enfim, quero TANTO vê-los ao vivo mas, não sei o que se passa, mas as minha férias de Verão acabam sempre por serem demasiado imprevisíveis e pronto, deixo escapar estas oportunidades como deixei no ano passado escapar um montão de bandas que queria imenso ver (m83, Radiohead, Tame Impala, Two Door and Cinema Club… e por aí a diante!)


Podem encontrar este e os outros dois albuns no spotify ou youtube.

Gostaria mesmo de saber se já conheciam a banda, se gostam, se gostaram deste álbum ou até, se a vão ver no Nos Alive! Se sim, eu morro de inveja por dentro!



Acordo cedo. Ainda está muito frio lá fora mas saio na mesma de casa, porque esta manhã foi a tal escapadinha de que tanto precisava. 
Levaram-me a conhecer lugares desconhecidos, sítios que nunca tinha visto. Com os campos verdes e o sol a brilhar o ambiente torna-se mais perfeito que nunca. 

O Sol de Inverno aquece-nos o suficiente, é o meu tipo de sol favorito, aquele que não é quente demais e que nos aconchega.




Vejo cavalos brancos que contrastam com o verde da erva. Vai-se aproximando de mim até conseguir tocar-lhe. É enorme, mas muito simpático. 

Mais adiante vemos um grupo de vacas a pastar, que nem dão pela nossa presença do quão ocupadas estão a comer. Não as incomodamos, apenas tiramos algumas fotografias e continuamos a explorar aquele rico lugar.




Aproximamo-nos de um pequeno lago que brilha com os raios de sol. Tudo encontra-se numa extrema calmaria. 
Encontramos também um pequeno conjunto de porquinhos. Uns estão cá fora á procura de algum alimento, e a apreciar a linda paisagem com a serra lá ao fundo. Os mais pequenos estão no seu "ninho" com a sua mãe. 





Depois de tantas coisas bonitas e de tantos animais que tínhamos encontrado, já não estávamos á espera de mais nenhuma surpresa, até que apareceu um gato que, muito sorrateiramente, foi pedindo mimos a cada um de nós. Ninguém conseguiu resistir àqueles grandes olhos verdes. 






Adicionar legenda

Com a chegada de 2017 muita coisa muda e novas oportunidades nos são dadas. E com a chegada de um novo ano também significa a chegada de novos filmes (o que a maioria das pessoas gosta, presumo). Então, aqui estão 10 filmes que mais anseio ver em 2017. (alguns deles, principalmente os mais recentes, já saíram em outros países, por isso podem não ser completamente novos e talvez até possa haver gente que já os tenha visto, mas aqui vou-me concentrar nos filmes que estreiam nos cinemas portugueses.)


The edge of seventeen:
Em primeiro lugar da minha lista, e já com data marcada para 12 de Janeiro, está “The Edge of seventeen”. Este filme fala sobre uma rapariga (protagonizada por Hailee Steinfield) que está a passar um período difícil na sua vida, tem baixa autoestima e muitos dramas andam a acontecer na sua cabeça. É um filme de drama, mas pelo que vi do trailer também me parece ser muito engraçado e talvez até num género mais descontraído.
Como vão poder constatar, eu não sou grande fã de filmes de super-heróis nem nada do género. Sei que há IMENSA gente que gosta, daí também o montão de dinheiro que esse tipo de filmes faz, mas para mim, com uma exceção ou outra, estes filmes nunca me atraem muito, por isso peço desde já desculpa. Mas, talvez com esta lista, fiquem a conhecer alguns filmes que não faziam a mínima ideia que existiam!




Silêncio:
Ok, a grande razão por eu querer tanto ver este filme é simplesmente por isto: aqui, podemos encontrar a palavra “portugueses” e “Martin Scorcese” na mesma frase. Se isto não é já fantástico, então sou eu que me contento com muito pouco.
Mas basicamente este filme é baseado num livro de um autor Japonês que retrata a missão de dois padres jesuítas portugueses (protagonizados por Andrew Garfield e Adam Driver) que têm como objetivo encontrar o seu mentor (Liam Neeson) que estava em terras japonesas. Numa altura em que o Japão tinha proibido o cristianismo e a entrada de estrangeiros, os dois padres testemunham a perseguição dos japoneses cristãos pela mão do seu próprio governo.
Eu sei que com o resumo o filme não parece lá muito interessante, mas já vi o trailer inúmeras vezes e tudo, desde a atuação até a cinematografia, parece estar perfeito! Este filme é um projeto que o realizador sonhava fazer á mais de 20 anos, e pelas criticas, parece estar mesmo muito bom. O filme estreia em Portugal a 19 de Janeiro e é sem dúvida um daqueles que eu não vou querer perder.
Já agora, quem tiver a curiosidade de ver o trailer, quero destacar duas coisas: a música (que estou completamente apaixonada) e a forma como eles dizem “Ferreira”, mete muita piada.



Ora, saltemos para 2 de Fevereiro e com ele trago dois filmes com muito potencial para os Oscars

Elementos secretos ( Hidden Figures)
Um filme que muito possivelmente retratará dois grandes temas de controvérsia: racismo e feminismo.
“Elementos secretos” conta a história de 3 mulheres que fazem parte da equipa de mulheres afro-americanas que fornece dados matemáticos vitais para o lançamento das primeiras missões espaciais por parte da NASA. No entanto, elas não recebem o devido reconhecimento pelo seu trabalho.
Conta com as participações de Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe nos papéis principais.


Moonlight:
Retrata a vida de um jovem afro-americano desde a infância até à idade adulta, acompanhando a sua luta por encontrar um lugar no mundo, enquanto cresce num bairro empobrecido de Miami.
Aqui encontraremos um aspeto real da vida contemporânea na comunidade afro-americana e ao mesmo tempo uma meditação pessoal sobre identidade.
Também com críticas muito positivas e com várias nomeações para os globos de ouro. Conta com a presença de Mahershala Ali no papel principal.
(Parece que já não vamos ter outro “Oscars so White” este ano.)


A Bela e o Monstro:
Então… vamos ter uma Bela e um Monstro em “live action”… quero ver! Acho que toda a gente sabe esta história da Disney e pelo que vi do trailer parece estar tudo maravilhoso! Como Bela temos a atriz Emma Watson e como Monstro temos Dan Stevens! O filme estreia a 16 de Março.


Ghost in the Shell:
Ora, calhou um dia ver este trailer mesmo ao acaso e fiquei muito curiosa. Pouco sei do que se trata, mas sei que é baseado num anime. Temos como atriz principal Scarlett Johansson, que faz uma espécie de espia metade humana metade robot e que pertence a uma força antiterrorista. Penso que é uma coisa parecida mas deixou-me intrigada! Estreia a 30 de Março.



A Cure For Wellness:
E também a 30 de Março temos um dos filmes que eu mais quero ver e que pouca gente conhece. Outro filme em que o trailer me intrigou imenso e principalmente por abordar um tema que eu adoro: manicómios.
Não sei, mas desde que vi a segunda temporada de American horror story fiquei completamente apaixonada pelo tema e aparentemente nem há muitos filmes deste tipo, pelo menos que eu conheça.
Outro filme que também pouco sei sobre a história e acho que nem vale a pena saber, mas sim irmos descobrindo aos poucos enquanto o vemos. Não me parece ser um filme de terror, acho que se baseia mais no mistério e suspense, que são géneros que eu também adoro. Por isso sim, este não pode escapar!

Homem aranha: regresso a casa:
Ora bem, no início disse que não era grande fã de filmes com super heróis apenas com algumas exceções, e esta é a exceção. Eu não sei porquê mas adoro os filmes do Spider Man, PONTO! Se bem que este herói parece andar sempre a mudar de ator, temos agora mais uma “nova” história, com novos atores, novo realizador…e pronto, é isto.
Tom Holland no papel de homem aranha que estreia nos cinemas portugueses a 6 de Julho.



Dunkirk: 
Sou também uma viciada em filmes sobre a 1º ou 2º Guerra Mundial. Mesmo que sejam os filmes que mais me custam ver, são também aqueles que me deixam a pensar sobre o assunto por vários dias. Vi o Hacksaw Ridge no ano passado ( e ADOREI), e agora a 20 de Julho 2017 temos Dunkirk, um filme realizado pelo mesmo realizador de Insterstellar (outro filme que adorei!).
Este filme relata a retirada das tropas britânicas da cidade costeira de Dunkirk, no início da Segunda Guerra Mundial e conta com a presença de Tom Hardy, Cillian Murphy, Mark Rylance e… Harry Styles?! Para que conste não sou de modo nenhum uma fã dos One Direction mas talvez com a presença deste cantor, e agora ator, irá dar mais umas audiências extras.



Everything, Everything: 
E por último, e com um tema já mais leve, temos a 17 de Agosto o filme baseado no livro jovem adulto Everything, Everything. Ainda não existe nem trailer, nem qualquer tipo de publicidade mas pelo que li do resumo acabou por ficar de traz da orelha. Conta a história de uma adolescente com uma doença rara que a proíbe de contactar com qualquer coisa que seja por ser alérgica a TUDO. Amandla Stenberg e Nick Robinson nos papéis principais.




E vocês? Também já têm a vossa lista de filmes para 2017? 
Como toda a gente sabe, hoje é o último dia do ano e por isso não podia ignorar este facto e deixar um pequeno desabafo sobre o ano de 2016.

Acho que a melhor palavra para descrever este ano é… Inesquecível. Mas tanto pode ser “inesquecível” pela positiva como pela negativa, e eu, infelizmente ou não, estou genuinamente preocupada com o que 2017 nos guarda. De facto, num ano pode acontecer MUITA coisa, e acho que 2016 foi um ano CHEIO de surpresas e vou ser sincera, já estava cansada destas surpresas que não tiveram piada nenhuma.

Talvez esteja a acabar o ano com muito pessimismo mas daí a necessidade de “desabafar”. Não que no meu caso 2016 tenha sido um mau ano, pelo contrário. Acho que para mim foi aquele ano em que notei uma maior evolução quanto pessoa, o que é bom! Sinto que há muita coisa que deixei de me preocupar e outras coisas que passei a dar mais importância. Passei a viver um dia de cada vez, mas mesmo assim sem deixar de pensar no futuro, e tenho cada vez mais a ânsia de tentar tornar cada dia diferente do anterior.

No entanto não consigo ignorar o modo como o mundo se está a virar do avesso tão rapidamente. As pessoas estão a tornar-se cada vez mais individualistas o que assusta! É suposto haver uma evolução durante os anos, mas para melhor! Pelo menos é o que se quer, em princípio.

Mas para não deixar esta onda negativa vou-me tornar por momentos numa “mulherzinha religiosa” e deixar uns… votos de esperança? Assim, nada melhor do que a luz como representação da esperança. Talvez, se tentarmos mudar um pouquinho o nosso comportamento, se fizermos só mais um esforço no final do dia para tornarmos uma pessoa mais feliz, aos poucos se consegue voltar a por a humanidade de pé. Eu sei, é HORRÍVEL, É DIFÍCIL sairmos da nossa zona de conforto! Aliás, “porque é que eu deveria de ajudar uma pessoa que nunca fez nada por mim?”. Mas talvez essa pessoa possa retribuir o favor mais tarde… e se não retribuir não faz mal, pelo menos deitamo-nos com a alma mais leve!


Em tempo de escuridão, quantas mais luzes se acenderem, mais o dia se desvende. 










E vocês? Como foi o vosso 2016? Eu adoraria saber as vossas opiniões em relação a este ano inesquecível.

Para quem está ou já esteve no 12º , talvez tenha feito esta visita porque parece ser quase como que "a visita imprescindível do 12º". Sem duvida que o convento/palácio de Mafra é uma das obras mais grandiosas do nosso circulo de monumentos portugueses e com uma história muito interessante por de traz desta construção.


Um pouco da história por curiosidade:
Projeto colossal do Barroco português setecentista. Os seus números são impressionantes, como o testemunha a sua imensa área de aproximadamente 40 000 m2, a sua fachada nobre com 232 metros, os seus 29 pátios e 880 salas e quartos, as suas 4500 portas e janelas ou ainda as 217 toneladas que pesam os 110 sinos do seu famoso carrilhão. 
A sua construção iniciaram-se em 1717 por iniciativa de João V de Portugal, em virtude de uma promessa que fizera aos frades franciscanos em nome da descendência que viesse a obter da rainha dona Maria Ana de Áustria.
Com uma capacidade em abrigar mas de 300 frades atualmente certas partes do mosteiro estão dispostas para visitas ao público e outras á Escola das Armas.


Sobem-se as escadas e deparamo-nos com a sala onde supostamente o rei se encontrava com as suas visitas. Vemos que nesta sala há uma particularidade com a pintura, pois no lado direito existe uma porta real, enquanto que no outro, o resto das portas são apenas uma pintura, tal como as "esculturas" lá do fundo, também são apenas pinturas. Isto dá-nos a sensação de uma ilusão, de um labirinto infinito e irreal.

Continuamos a percorrer o enorme corredor que parece não ter fim, não dá para ver o seu final, com portas colossais e inúmeras salas muito diferentes umas das outras.


Os seus jardins também fazem parte deste grande labirinto. Altas árvores que neste dia estavam laranjas e com as folhas a cair lentamente. Tudo está decorado ao pormenor dando uma imensa vontade de explorar cada canto e recanto do jardim. 



Entramos numa parte já mais escura, com caminhos e estátuas por todo o lado. Vimos também uma gaiola com pavões e galinhas de várias espécies. Aqui a natureza vive em força. 



Vou ser sincera, eu não estava com muita vontade de publicar este post, porque penso que desta vez as fotos não me correram muito bem, mas este lugar merece definitivamente um destaque. Sei que muitas escolas optam por esta visita no 12º por causa do "memorial do Convento" (que já agora, o teatro foi fantástico) mas no próximo ano, as seguintes turmas de 12º já não terão esta oportunidade porque já não têm que ler o Memorial. No entanto, para quem ainda não visitou este convento é sem dúvida uma paragem obrigatória para quem quer descobrir um pouco mais da nossa historia de Portugal.










Somos comidas por este campo de milho que parece não ter fim. Corremos entre as altas plantas até nos perdermos neste infinito de massarocas. Levantamos os braços para nos destacarmos deste campo amarelo onde o único som são as ervas a balançarem umas contra as outras tornando o ambiente mais melódico. Joga-se ás escondidas, á apanhada e corremos com dificuldade por causa do número de ramos que nos impede a passagem. 






Por fim, encontramos a saída. O vento bate-nos na pele, faz esvoaçar os nossos cabelos e começamos a seguir este caminho de terra batida, onde em cada lado vemos a selva onde estávamos metidas. Descemos, e vemo-nos finalmente livres daquele campo amarelo que tanto deixou a desejar por mais destas corridas perdidas e deste espírito de voltar a ser criança por uns momentos. 





Agora, ele já não existe, já foi todo cortado, o que é uma pena. Mas para o ano há mais. Até lá, é continuar a procura destes lugares autênticos que nos permite libertarmo-nos um pouco, por instantes.







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